Energias eólica e solar batem recorde de 10% do que é gerado no mundo, diz relatório

O mundo bateu um recorde: de toda eletricidade gerada em 2021, 10% veio de energia eólica e solar, e fontes limpas representaram 38% do fornecimento total de energia – superando até o carvão.

Os dados são de um relatório publicado nesta quarta-feira (30) pela Ember. O think tank independente sobre clima descobriu que 50 países estavam gerando mais de 10% de sua energia a partir de energia eólica e solar, com as transformações mais rápidas acontecendo na Holanda, Austrália e Vietnã.

Esses países mudaram cerca de um décimo de sua energia de combustíveis fósseis para energia eólica e solar apenas nos últimos dois anos. Dez outros geraram mais de 25% de sua energia a partir de energia eólica e solar, liderados pela Dinamarca com 52%.

As descobertas surgem no momento em que o mundo enfrenta uma crise energética, tanto pela recuperação econômica da pandemia de Covid-19 quanto pela guerra da Rússia na Ucrânia, que obrigou os países, principalmente europeus, a buscar fontes de energia alternativas ao petróleo e gás russos.

O relatório descobriu que a energia solar e eólica pode crescer rápido o suficiente para limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius acima dos níveis anteriores à industrialização, um limite para o qual cientistas alertam que o mundo deve ficar abaixo para evitar alguns dos impactos mais dramáticos da crise climática.

Isso exigiria que a taxa de crescimento composta média de 10 anos de 20% fosse mantida até 2030.

A geração solar aumentou 23% globalmente em 2021, enquanto a oferta eólica aumentou 14% no mesmo período. Juntas, ambas as fontes renováveis ​​responderam por 10,3% da geração total global de eletricidade, um aumento de 1% em relação a 2020, mostraram os dados da Ember.

“Se essas tendências puderem ser replicadas globalmente e sustentadas, o setor de energia estará no caminho certo para a meta de 1,5 grau”, disse Ember em seu relatório.

O relatório incluiu dados de 209 países abrangendo o período de 2000 a 2020. Para 2021, acrescentou dados de 75 países.

A principal questão que atualmente está diminuindo a taxa de crescimento são restrições locais, como permissão, e se os governos quiserem impulsionar o crescimento, eles precisam resolver problemas que retardam a implantação, disse o líder global da Ember, Dave Jones.

Apesar dos ganhos em energia eólica e solar, no entanto, a geração de energia a carvão também teve seu crescimento mais rápido desde pelo menos 1985, um aumento de 9% em 2021, com 10.042 terawatts-hora (TWh), ou 59% do aumento total da demanda, segundo o relatório.

Isso ocorreu em um ano de rápida recuperação da demanda, já que 2021 registrou o maior aumento anual registrado de 1.414 TWh na demanda global de eletricidade em 2021, um aumento de 5,4% e o equivalente a adicionar uma nova Índia à demanda global, disseram eles.

“Estamos chegando perto do ponto de equilíbrio onde a energia eólica e solar podem cobrir a nova demanda de eletricidade, mas ainda não chegamos lá. Se mantivermos as taxas de crescimento que vemos, estaremos lá em breve”, disse Jones.

A geração de gás, por outro lado, aumentou apenas 1% em 2021. Mas o aumento geral no uso de combustíveis fósseis levou as emissões de dióxido de carbono a um recorde histórico, acima do recorde estabelecido em 2018.

O maior aumento da demanda por carvão foi registrado na China, com alta de 13% em 2021 em comparação com os níveis pré-pandemia em 2019, mostraram os dados.

O país depende em grande parte do carvão para a produção de energia, mas também ultrapassou o marco de um décimo da geração de energia eólica e solar pela primeira vez em 2021, juntamente com seis outros países, segundo o relatório.

A China “está instalando não apenas níveis recordes de energia eólica e solar, mas também níveis recordes de eletricidade limpa, como hidrelétrica, nuclear e bioenergia, o que significa que sua geração de carvão começará a cair”, disse Jones.

“O que não está claro é a rapidez com que isso será”, acrescentou.

A China planeja continuar a usar o carvão como parte vital de sua estratégia energética, pois busca equilibrar a estabilidade econômica com suas metas climáticas de longo prazo.

Fonte CNN Brasil

Brasil registra recorde de geração de energia solar em fevereiro

O Brasil fechou o mês de fevereiro com a maior taxa de geração de energia solar da história. 

Foram mais de 1,2 milhões de MWh (Megawatt-hora) gerados, o dobro do registrado no mesmo período do ano passado.

Os dados são da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), produzidos a pedido da CNN.

O número já estava dentro do esperado, uma vez que novas usinas solares estão entrando no mercado, um reflexo do caminho seguido pelo país de optar por energias mais limpas e diversas, como disse Ricardo Gedra, Gerente de análise e informações ao mercado da CCEE.

“De positivo, podemos citar a diversificação da matriz elétrica brasileira. Ter uma matriz diversificada é bom, pois você não fica na dependência de poucas, como as termelétricas e hídricas. Esse aumento para o país traz mais segurança e robustez para o sistema elétrico brasileiro”, explicou ele.

Atualmente, da capacidade total de geração de energia no Brasil (incluindo todas as fontes), apenas 2,5% correspondem à energia solar.

Além disso, aproximadamente 1,6% da eletricidade consumida no Brasil provém da energia solar centralizada, gerada pelas grandes usinas. Esses números, diz Gedra, devem aumentar significativamente ao longo dos próximos 10 anos.

O especialista também atribui esse avanço da geração de energia solar, principalmente puxada pela geração centralizada, ao crescimento do mercado livre no Brasil.

“As grandes empresas no Brasil têm agora a opção de comprar energia no mercado livre. E como elas tem essa opção, podem escolher a fonte que lhes convém. Muitas têm optado por fontes renováveis.

Essa questão da liberdade dos consumidores (que hoje ainda está restrita a grandes empresas) têm fomentado a energia solar e eólica, já que cada vez mais as empresas têm pensado nos impactos ambientais”, concluiu.

Os dados da CCEE se refletem, por exemplo, no número de consumidores deste tipo de energia. A quantidade de unidades consumidoras abastecidas por energia solar no Brasil dobrou nos últimos 12 meses.

Em março foram registrados 1,1 milhão de estabelecimentos, entre residências e empresas, frente aos 511 mil estabelecimentos, no mesmo período de 2021, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR).

Fonte CNN Brasil

Pesquisadores Brasileiros Criam módulos solar através de extrato de castanha de caju

É isso mesmo que você leu, os responsáveis pelo projeto foram pesquisadores da UFC (Universidade Federal do Ceará).

Diego Caitano Pinho, estudante do programa de Pós-Graduação em Engenharia e Ciências de Materiais da UFC, foi o responsável pelo estudo sobre placa solar com castanha de caju.

O estudante queria um produto que pudesse substituir os coletores de placas planas já existentes, mas com um baixo custo, e em suas pesquisas, descobriu que o líquido da casca de caju.

O componente funciona muito bem como superfície absorvedora, que puxa a radiação solar e aquece de forma satisfatória.

Além disso, o fato do líquido ter uma coloração escura facilita o bom desempenho na absorção.

A placa ainda está em período de testes e não se sabe ao certo quando chega ao mercado, mas uma coisa é certa, podemos esperar muitos avanços relacionados a essa tecnologia.

Fonte: agencia.ufc.br

Investimento em energia solar continuarão em crescente no país

Neste ano, as expectativas são de que os investimentos na área expandem ainda mais. 

Isso é muito benéfico porque pode garantir uma segurança energética maior ao país nos próximos anos. 

Projeções da Absolar apontam que, somente em 2022, a fonte solar fotovoltaica deverá gerar mais de 357 mil novos empregos no Brasil, uma vez que os novos investimentos privados no setor poderão ultrapassar a cifra de R$ 50,8 bilhões, somando os segmentos de geração distribuída e geração centralizada. 

Já no âmbito mundial, a tendência é de que a fotovoltaica se torne a principal fonte de energia em até 20 anos, segundo estudos e análises da IRENA (Agência Internacional de Energia Renovável). 

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Decreto Legislativo 271/21, que ratifica o Acordo-Quadro sobre o Estabelecimento da Aliança Solar Internacional (ASI). 

O organismo internacional tem o objetivo de auxiliar os países membros no enfrentamento coletivo de desafios comuns para a difusão da energia solar em linha com suas necessidades. Entre os mecanismos estão o acesso a financiamento, tecnologias, inovação, pesquisa e desenvolvimento, bem como capacitação. 

De acordo com o levantamento, cerca de 7 em cada 10 entrevistados desejam ter em casa painel solar e descarga econômica em suas residências. 

Esse dado reforça a preocupação com a sustentabilidade e com a redução de custos com energia. 

Acompanhe a notícia pelo link: bit.ly/itensmaisdesejados

Sistema Híbrido

Em países como EUA, Alemanha e China, a tecnologia já é bastante utilizada, e agora começa a despontar no mercado nacional.

Na geração distribuída, as baterias utilizadas em sistema híbrido trazem benefícios não só para a rede elétrica, mas também para os consumidores que ganham maior independência da rede elétrica e seus custos ampliados.

O sistema fotovoltaico híbrido é justamente a junção desses dois modelos, permitindo um sistema de geração solar conectado à rede elétrica, integrado com um sistema de armazenamento de energia.

Com isso, ele é capaz de suprir eventuais falhas na rede de energia .

Como resultado, uma grande economia com os custos e maior segurança na geração e no consumo de energia elétrica.

A energia solar é um segmento que sofre constante aprimoramento.

Os sistemas híbridos são uma ótima escolha .

As sombras causadas nas placas geram efeitos negativos

Como a geração de energias está diretamente ligada à incidência de luz solar, qualquer diminuição na área de absorção reduz drasticamente a eficiência do sistema como um todo.

Para um bom funcionamento é preciso que a placa receba sol desde o nascer até o pôr do sol.

Outro ponto é a danificação das placas.

Quando apenas uma parte do painel está recebendo luz, o local com sombra acaba dissipando o calor que foi colhido pelo local onde o sol atinge, o que com o tempo pode danificar o sistema.

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Medição Líquida

Quando se tem energia solar, é gerada uma quantidade de energia.

Caso toda essa energia gerada não for utilizada, o excedente é transferido para a rede de distribuição local.

A energia solar que foi enviada para a rede elétrica gera créditos ao consumidor, que poderão ser abatidos da conta de luz tradicional.

Já que muitas vezes o consumo se dá quando o sistema fotovoltaico não está gerando eletricidade solar como durante a noite ou quando está muito nublado.

Logo, a medição líquida ajuda o consumidor durante essa variação entre produção de energia elétrica e o consumo local.

Com a Carvalho Solar você sana todas essas dúvidas que podem vir a surgir no momento em que você decide por energia solar.